07-08-09
H1N1 em Home Care
Os profissionais de saúde que laboram em regime de home care, devem seguir, primeiramente, as diretivas do “Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Sanitária Epidemiológica da Influenza”, publicada pelo Ministério da Saúde, e feito disponível na página do Ministério da Saúde. Não obstante, entendemos que, o home care, por se tratar de uma área de prática ainda pouco conhecida no Brasil, mesmo após quase trinta anos de existência, será, sem dúvida alguma, negligenciada em termos específicos de sua atuação. Por esta razão, cabe a nós, profissionais atuantes nesta área, a incumbência de adaptarmos, de forma responsável, protocolos de procedimentos clínicos em nossa área. Para desenvolvermos protocolos específicos para serem utilizados em home care, não necessitamos de grandes pesquisas laboriosas, pois os princípios e norteamentos científicos necessários, estão plenamente disponíveis nas páginas da ANVISA. Embora o trabalho da ANVISA não seja específico à prática do home care, nossa experiência volumosa nesta área, nos dá plena liberdade para contribuir para com nossos colegas de área. Para tanto, munimo-nos de práticas antigas na área de home care, e a adaptamos às diretivas recentes da ANVISA. Prática antiga, como a utilização da Bolsa Profissional em home care, e certos controles de comportamentos que visam à diminuição do risco de contaminação no ambiente domiciliar.
Cabe ainda mencionar, que as autoridades responsáveis por uma possível quarentena, não devem esquecer-se de que, no Brasil, agora existe uma nova modalidade de cuidados na área de saúde; o home care. Em caso de uma quarentena, o governo deve reconhecer as necessidades operacionais das empresas de home care, para que as mesmas possam continuar a cuidar de seus pacientes em domicílio. O Plano de Emergência de Saúde Pública deve incluir a consideração das necessidades operacionais do setor.
Empresas na área de home care, devem desenvolver seus próprios planos de gerenciamento de situações emergenciais, e ou catástrofes, de forma que suas operações não sejam interrompidas. Planejamento de estoques, e provisões para não obrigá-las a cessar os cuidados de seus pacientes.
As empresas fornecedoras de materiais, medicamentos, equipamentos, devem, também, ter um plano específico que sustentará a operação de seus clientes (as empresas de home care) durante qualquer período de quarentena.
A nós, no setor de home care, cabe a missão de fazermos o melhor possível para evitar que esta pandemia tenha efeitos catastróficos em nossa sociedade. Como profissionais na área de saúde cabe cumprir com nossos juramentos e responsabilidades profissionais.
Edvaldo de Oliveira Leme, R.N.C.
Portal Home Care
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Diretivas:
Para o profissional visitante em home care, ou aquele que executa visitas para tratamento, e entra em contato com vários pacientes durante o dia:
1. O profissional de saúde deve possuir uma bolsa/ ou mala para carregar seus equipamentos e suprimentos que serão utilizados no processo de executar os cuidados de acordo com um plano terapêutico pré-estabelecido;
2. A bolsa deve ser fabricada de material lavável;
3. A bolsa deverá ser fabricada com um material impermeável;
4. A bolsa deverá ter dispositivos como zíperes para conter o estoque de materiais/ medicamentos, e equipamentos necessários para os cuidados;
5. A bolsa deverá conter compartimentos/divisórias;
6. A bolsa deverá ser de proporção adequada para o transporte dos recursos necessários dentro de sua estrutura que deverá ser mantida fechada;
7. A bolsa deverá ser esvaziada e limpada com água e sabão pelo menos semanalmente, ou mais se necessário;
8. Uma planilha com os dados pertinentes às datas de limpeza deverá ser mantida pela empresa de home care;
9. A bolsa deverá conter o estoque básico seguinte:
a. Luvas de procedimento;
b. Toalha de papel;
c. Frasco contendo sabão líquido;
d. Frasco contendo álcool 70 % para higienização das mãos;
e. Máscaras N95 e cirúrgicas de acordo com a necessidade, e perfil do paciente a ser visitado;
f. Óculos de segurança;
g. Barreira estéril a ser colocada na superfície onde a mala será colocada no ambiente do paciente;
h. Outros EPI, conforme o plano de visita específico.
10. A Bolsa deverá conter outros materiais, medicamentos, soluções medicamentosas e equipamentos de acordo com o plano de visita do profissional;
Procedimento:
1. O profissional na área de home care não deverá dirigir-se à residência do paciente e ou ter contato com o paciente com as mesmas roupas com que laborou em um ambiente hospitalar.
2. A mala profissional não deverá ser colocada em nenhuma superfície desprotegida na residência do paciente, antes que suas mãos sejam lavadas;
3. Ao chegar à residência do paciente, o profissional, antes mesmo de estabelecer contato com o paciente, deverá lavar suas mãos de acordo com as instruções da ANVISA;
4. Após ter higienizado suas mãos, o profissional deverá estender o campo estéril sobre uma superfície e colocar sua mala profissional sobre o campo estéril, não deixando qualquer parte da mala tocar a superfície que não tenha o campo estéril;
5. O profissional, então, abre os compartimentos da mala, e separa os recursos necessários para completar a visita;
6. O profissional executa os cuidados necessários seguindo as regras de precauções universais para o controle de infecções;
7. Após ter tocado o paciente com seus equipamentos diagnósticos, deve higienizá-los com álcool 70% e colocá-los de volta em sua bolsa;
8. O profissional, após ter higienizado seus equipamentos, deve lavar as mãos e colocar os equipamentos na bolsa profissional;
9. Após ter guardado seus equipamentos e materiais na bolsa, ter se despedido do cuidador e ou paciente, o profissional deve jogar no lixo do paciente, as toalhas de papel utilizadas;
10. O profissional deve lavar suas mãos e deixar o ambiente de cuidados sem tocar em qualquer superfície;
11. Caso tenha tocado em alguma superfície ao sair da residência, o profissional, antes de entrar em seu veículo, deverá higienizar suas mãos com álcool 70%.
12. Coloque a bolsa profissional sobre uma superfície outra que o assento do carro;
13. Se o profissional entrar em contato com qualquer paciente que for suspeito ou confirmado de infecção pelo vírus da Influenza, deverá notificar seu diretor médico e seguir as diretivas específicas da ANVISA.
Para os profissionais de saúde que trabalham em regimes de turnos em domicílios:
1. O profissional não deverá utilizar a mesma roupa que usou durante seu turno no hospital, no ambiente domiciliar;
2. Não deverá apresentar-se ao trabalho em regime de home care se houver suspeita ou confirmação de infecção pelo vírus da Influenza; deverá notificar seu diretor médico e seguir as diretivas da ANVISA;
3. Caso o profissional trabalhe em home care com um paciente que tenha suspeita e ou confirmação de infecção pelo vírus da Influenza, deverá seguir a risco as diretivas da ANVISA, assim como notificar o diretor médico da empresa antes do primeiro contato;
4. Ao chegar à residência do paciente, o profissional, antes mesmo de estabelecer contato com o paciente, deverá lavar suas mãos de acordo com as instruções da ANVISA;
5. O profissional deverá utilizar EPI de acordo com as especificação da ANVISA, e as boas práticas relativas às precauções universais de controle de infecção, levando em consideração o perfil clínico do paciente;
6. Ao final do turno, o profissional deve lavar suas mãos e deixar o ambiente de cuidados sem tocar em qualquer superfície;
7. Caso tenha tocado em alguma superfície ao sair da residência, o profissional, antes de continuar sua jornada, deverá higienizar suas mãos com álcool 70%.
8. Como precaução, o profissional que se encontrar em ambientes onde exista aglomeração de pessoas (ônibus, elevadores etc.) deverá utilizar uma máscara cirúrgica.
MEDIDAS DE PRECAUÇÃO E CONTROLE A SEREM ADOTADAS NA ASSISTÊNCIA
Fonte:
Ministério da Saúde-Secretaria de Vigilância em Saúde- Gabinete Permanente de Emergência de Saúde Pública- “Protocolo de manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da Influenza Versão III
Página : 14 à 18
Data: 05-08-09
a) Informações gerais
Com o aumento do número de casos de influenza A(H1N1), o que gerou um maior conhecimento sobre a epidemiologia viral, observou-se a necessidade de revisão das medidas de precaução e controle a serem instituídas nos serviços de saúde. Atualmente, as evidências sugerem que o vírus da influenza A(H1N1) está apresentando uma dinâmica de transmissão semelhante à da influenza sazonal. Sendo assim, recomenda-se que sejam instituídas medidas de precaução para gotícula e precaução padrão na assistência a casos suspeitos e confirmados de infecção pelo vírus da influenza A(H1N1) nos serviços de saúde. Entretanto, para procedimentos com risco de geração de aerossol, enfatiza-se que deve-se incluir as precauções para aerossóis.
b) Medidas preventivas
É importante destacar que a adoção de medidas de precaução deve estar sempre associada a outras medidas preventivas, tais como:
- Freqüente higienização das mãos.
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
- Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
- Evitar tocar superfícies com luvas ou outro EPI contaminados ou com mãos contaminadas. As superfícies envolvem aquelas próximas ao paciente (ex. mobiliário e equipamentos para a saúde) e aquelas fora do ambiente próximo ao paciente, porém relacionadas ao cuidado com o paciente (ex. maçaneta, interruptor de luz, chave, caneta, entre outros);
- Não circular dentro do hospital usando os EPI; estes devem ser imediatamente removidos após a saída do quarto, enfermaria ou área de isolamento;
- Restringir a atuação de profissionais de saúde com doença respiratória aguda na assistência ao paciente.
c) Quem deve adotar as medidas de precaução
- Todos os profissionais de saúde que prestam assistência direta ao paciente (ex.: médicos, enfermeiros, dentistas, técnicos e auxiliares de enfermagem, fisioterapeutas, equipe de radiologia, entre outros); - Toda a equipe de suporte, que necessite entrar no quarto, enfermaria ou área de isolamento, incluindo pessoal de limpeza, nutrição e responsáveis pela retirada de produtos e roupas sujas da unidade de isolamento. Porém recomenda-se que o mínimo de pessoas entre no isolamento;
- Todos os profissionais de laboratório, durante coleta, transporte e manipulação de amostras de pacientes com infecção por influenza A(H1N1);
- Familiares e visitantes que tenham contato com pacientes com infecção por influenza A(H1N1);
- Os profissionais de saúde que executam o procedimento de verificação de óbito.
- Outros profissionais que entram em contato com pacientes com infecção por influenza A(H1N1).
Nota 1: Ressalta-se a necessidade do uso racional de EPI nos serviços de saúde.
d) Equipamentos de Proteção Individual - EPI
d.1) Máscara cirúrgica
Deve ser utilizada para evitar a contaminação do profissional por gotículas respiratórias, quando o mesmo atuar a uma distancia inferior a 1 metro do paciente suspeito ou confirmado de infecção pelo vírus da influenza.
d.2) Máscara de proteção respiratória (Respirador Particulado)
Quando o profissional atuar em procedimentos com risco de geração de aerossol nos pacientes com infecção por influenza deve utilizar a máscara de proteção respiratória (respirador particulado) com eficácia mínima na filtração de 95% de partículas de até 0,3μ (tipo N95, N99, N100, PFF2 ou PFF3).
São exemplos de procedimentos com risco de geração de aerossóis: a intubação traqueal, a aspiração nasofaríngea e nasotraqueal, broncoscopia, a autópsia envolvendo tecido pulmonar e a coleta de espécime clínico para diagnóstico etiológico da influenza, dentre outros. A máscara de proteção respiratória deverá estar apropriadamente ajustada à face. A forma de uso, manipulação e armazenamento deve seguir as recomendações do fabricante. Deve ser descartada após o uso.
d.3) Luvas
As luvas de procedimentos não cirúrgicos devem ser utilizadas quando houver risco de contato das mãos do profissional com sangue, fluidos corporais, secreções, excreções, mucosas, pele não íntegra e artigos ou equipamentos contaminados, de forma a reduzir a possibilidade de transmissão do vírus da influenza para o profissional, assim como, de paciente para paciente por meio das mãos do profissional. Quando o procedimento a ser realizado no paciente exigir técnica asséptica, deve ser utilizada luvas estéreis (de procedimento cirúrgico). As recomendações quanto ao uso de luvas por profissionais de saúde são:
- Troque as luvas sempre que entrar em contato com outro paciente;
- Troque também durante o contato com o paciente se for mudar de um sítio corporal contaminado para outro, limpo, ou quando esta estiver danificada;
- Nunca toque desnecessariamente superfícies e materiais (tais como telefones, maçanetas, portas) quando estiver com luvas para evitar a transferência vírus para outros pacientes ou ambientes;
- Não lavar ou usar novamente o mesmo par de luvas (as luvas não devem ser reutilizadas);
- O uso de luvas não substitui a higienização das mãos;
- Proceder à higienização das mãos imediatamente após a retirada das luvas, para evitar a transferência do vírus para outros pacientes ou ambientes;
- Observe a técnica correta de remoção de luvas para evitar a contaminação das mãos, abaixo descrita:
- Retire as luvas puxando a primeira pelo lado externo do punho com os dedos da mão oposta;
- Segure a luva removida com a outra mão enluvada;
- Toque a parte interna do punho da mão enluvada com o dedo indicador oposto (sem luvas) e retire a outra luva.
d.4) Protetor Ocular ou Protetor de Face
Os óculos de proteção (ou protetor de face) devem ser utilizados quando houver risco de exposição do profissional a respingo de sangue, secreções corporais e excreções.
Os óculos devem ser exclusivos de cada profissional responsável pela assistência, devendo, após o uso, sofrer processo de limpeza com água e sabão/detergente e desinfecção. Sugere-se para a desinfecção álcool a 70%, hipoclorito de sódio a 1% ou outro desinfetante ecomendado pelo fabricante.
d.5) Gorro descartável
O gorro deve ser utilizado pelo profissional de saúde apenas em situações de risco de
geração de aerossol em pacientes com infecção por influenza A (H1N1).
d.6) Capote/avental
O capote ou avental deve ser usado durante procedimentos onde há risco de respingos de sangue, fluidos corpóreos, secreções e excreções, a fim de evitar a contaminação da pele e roupa do profissional.
O capote ou avental deve ser de mangas longas, punho de malha ou elástico e abertura posterior. Além disso, deve ser confeccionado de material de boa qualidade, não alergênico e resistente; proporcionar barreira antimicrobiana efetiva, permitir a execução de atividades com conforto e estar disponível em vários tamanhos. O capote ou avental sujo deve ser removido após a realização do procedimento. Após a remoção do capote deve-se proceder a higienização das mãos para evitar transferência do vírus A (H1N1) para o profissional, pacientes e ambientes.
e) Higienização das mãos
As mãos dos profissionais que atuam em serviços de saúde podem ser higienizadas utilizando-se: água e sabonete, preparação alcoólica e anti-séptica degermante. Os profissionais de saúde, pacientes e visitantes devem ser devidamente instruídos e monitorados quanto à importância da higienização das mãos.
e.1. Higienização das mãos com água e sabonete
A higienização das mãos com água e sabonete é essencial quando as mãos estão visivelmente sujas ou contaminadas com sangue ou outros fluidos corporais. A higienização das mãos com água e sabonete deve ser realizada:
- Antes e após o contato direto com pacientes com influenza, seus pertences e ambiente próximo, bem como na entrada e na saída de áreas com pacientes infectados;
- Imediatamente após retirar as luvas;
- Imediatamente após contato com sangue, fluidos corpóreos, secreções, excreções e/ou objetos contaminados, independentemente se o mesmo tiver ocorrido com ou sem o uso de luvas (neste último caso, quando se tratar de um contato inadvertido).
- Entre procedimentos em um mesmo paciente, para prevenir a transmissão cruzada entre diferentes sítios corporais;
- Em qualquer outra situação onde seja indicada a higienização das mãos para evitar a transmissão da influenza para outros pacientes ou ambientes.
e.2. Técnica “Higienização Simples das Mãos com Água e Sabonete”
- Retirar acessórios (anéis, pulseiras, relógio), uma vez que sob estes objetos acumulamse microrganismos não removidos com a lavagem das mãos;
- Abrir a torneira e molhar as mãos, evitando encostar-se na pia; - Aplicar na palma da mão quantidade suficiente de sabonete líquido para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante).
- Ensaboar as palmas das mãos, friccionando-as entre si; - Esfregar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa;
- Entrelaçar os dedos e friccionar os espaços interdigitais;
- Esfregar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimento de vai-e-vem e vice-versa;
- Esfregar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizando-se movimento circular e vice-versa;
- Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fechada em concha, fazendo movimento circular e vice-versa;
- Esfregar o punho esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando movimento circular e vice-versa;
- Enxaguar as mãos, retirando os resíduos de sabonete. Evitar contato direto das mãos ensaboadas com a torneira;
- Secar as mãos com papel toalha descartável, iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos. No caso de torneiras com contato manual para fechamento, sempre utilize papel toalha;
- Duração do Procedimento: 40 a 60 segundos.
e.3. Higienização das mãos com preparação alcoólica
Sabe-se que o vírus da influenza sazonal é rapidamente inativado em 30 segundos após antisepsia das mãos com álcool 70%. Determinados vírus envelopados (ex: herpes simples, HIV, influenza, vírus respiratório sincicial) são susceptíveis ao álcool quando testados in vitro.
Deve-se higienizar as mãos com preparação alcoólica (sob as formas gel ou solução) quando estas não estiverem visivelmente sujas.
A higienização das mãos com preparação alcoólica (sob a forma gel ou líquida com 1-3% glicerina) deve ser realizada nas situações descritas a seguir:
- Antes de contato com o paciente;
- Após contato com o paciente;
- Antes de realizar procedimentos assistenciais e manipular dispositivos invasivos;
- Antes de calçar luvas para inserção de dispositivos invasivos que não requeiram preparo cirúrgico;
- Após risco de exposição a fluidos corporais;
- Ao mudar de um sítio corporal contaminado para outro, limpo, durante o cuidado ao paciente;
- Após contato com objetos inanimados e superfícies imediatamente próximas ao paciente;
- Antes e após remoção de luvas.
e.4. Técnica “Fricção Anti-séptica das Mãos (com Preparações Alcoólicas)”
- Aplicar na palma da mão quantidade suficiente do produto para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante);
- Friccionar as palmas das mãos entre si;
- Friccionar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa;
- Friccionar a palma das mãos entre si com os dedos entrelaçados;
- Friccionar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos e vice-versa;
- Friccionar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizando-se movimento circular e vice-versa;
- Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fazendo um movimento circular e vice-versa;
- Friccionar os punhos com movimentos circulares; - Friccionar até secar espontaneamente. Não utilizar papel toalha.
- Duração do Procedimento: 20 a 30 segundos.
Aprenda mais:
http://www.anvisa.gov.br/hotsite/influenza/index.htm